sexta-feira, 1 de agosto de 2014

A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA GESTÃO DE PESSOAS

 Marcelo de Souza Correia
       
Administrador de Empresas – Graduado pela Faculdade de Economia e Finanças do Rio de Janeiro;
Historiador – Graduado Pela Universidade Federal Fluminense (UFF);
Pós Graduado em Pedagogia Empresarial;
Especialista em Logística Empresarial pela UNA/BH;
Designer Instrucional de cursos em EaD.
Professor da UniCorreios – Universidade Corporativa dos Correios desde 2006

Atualmente leciona no Centro de Educação Corporativa dos Correios da Diretoria Regional de Minas Gerais


A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA GESTÃO DE PESSOAS

“...As empresas de sucesso são as que detêm as melhores informações e que saibam controlálas
de forma mais eficaz. O capital intelectual é intangível, mais valioso que ativos físicos ou
financeiros, ele significa a soma do conhecimento de todos dentro de uma organização, o que
lhe proporciona vantagem competitiva.”
Thomas A. Stewart – Diretor Executivo da National Center for the Middle Market at the Fisher
College of Business at The Ohio State University.
Recentemente deparei-me com um artigo publicado na revista Você S/A, onde
o entrevistado, Sandro Bassili, Vice-presidente de Gente e Gestão da Ambev,
afirmava que as empresas nesta segunda década do século 21, vinham
buscando novas competências em seus novos contratados, visando aumentar
e diversificar o seu Capital Intelectual. Particularmente, concordo com a análise
feita pelo executivo.
Essas competências seriam:
 Proatividade;
 Disposição para aprender;
 Aprendizagem rápida;
 Flexibilidade e
 Responsabilidade.
Cuidar da própria carreira, perseguir resultados, assumir novas
responsabilidades e buscar diferentes formas de se fazer algo que pareça
impossível, segundo Bassili, são características de alguém proativo.
A humildade para perceber que sempre temos algo há aprender, mesmo em
um assunto que seja de seu domínio, são características comuns a todos
aqueles que têm disposição para aprender.
Em um mercado com mudanças muito rápidas e constantes, os profissionais
precisam de uma velocidade ainda maior para se adaptarem e acompanharem
tais mudanças, que não devem ser vistas como um empecilho, e sim, como
aliadas a sua trajetória profissional e por isso mesmo requer uma
aprendizagem rápida.
Ouvir opiniões discordantes e ser capaz de se adaptar as novas formas de se
trabalhar, saber lidar em situações adversas e aceitar grandes desafios, fazem
com que a flexibilidade seja uma competência importantíssima que deve ser
buscada e desenvolvida.
Nos dias de hoje, as empresas delegam, cada vez mais, aos seus empregados
desafios que devem ser superados. “O compromisso com o projeto confiado a
você é condição básica para seu sucesso”, afirma Bassili. Essa
responsabilidade e comprometimento são competências essenciais no cenário
atual.
Diante das expectativas do mercado nas competências necessárias aos novos
empregados e aos inúmeros jovens que entram constantemente no nosso
mercado de trabalho, além é claro de aumentar e diversificar o seu Capital
intelectual, temos na Tecnologia da Informação – TI, talvez o mais importante
aliado, não só na capacitação, mas também no acompanhamento e no
gerenciamento dessas competências.
A Tecnologia da Informação é o parceiro fundamental para a área de Recursos
Humanos para identificar, orientar e acompanhar a proatividade, a disposição
para aprender rapidamente, com flexibilidade e responsabilidade, os
profissionais das mais diversas áreas.
Futuramente em outras postagens, abordaremos de forma mais específica,como a TI pode atuar nos diversos Sistemas de RH. Até a próxima.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Bug do Milênio

O Bug do Milênio foi um acontecimento que ocorreu no fim do século XX, e passou de um simples problema relacionado à informática para a preocupação de todo o mundo. Bug é uma expressão que significa falha, um erro de lógica na concepção de um determinado software. 

O problema central do Bug do Milênio era o fato de que os sistemas antigos desenvolvidos no século XX guardavam e interpretavam as datas com 2 dígitos no ano. Isso ocorria pela necessidade de se economizar, uma vez que em 1965 um megabyte de espaço de memória magnética (suficiente para gravar um texto de 300 páginas) custava US$ 761. 

A partir daí, surgiu o medo de que após a virada do milênio, os sistemas reconhecessem o ano 2000 como 1900. Isso realmente seria um desastre. Os Bancos teriam suas aplicações dando juros negativos, os investidores iriam ter enormes prejuízos, milhares de empresas iriam à falência, etc., significando uma crise maior ainda do que a de 1929. Mesmo que após o fato, tudo se normalizasse, o Bug do Milênio causaria uma enorme desordem no sistema econômico mundial. Nos EUA muitas pessoas estocaram comida devido ao medo de um desequilíbrio econômico. 

Assim, programadores aposentados foram chamados para estudar novamente os antigos sistemas. Além disso, ocorreu um grande esforço massivo em renovar os recursos de informática, gerando um enorme crescimento das empresas do ramo de informática. Embora tenha provocado uma onda de pânico, algo semelhante às crenças de “fim do mundo”, o Bug do Milênio apresentou-se como algo inofensivo. 

Fonte:Mundo Educação